Perdi um dia da minha vida !

Rotorua – Nova Zelândia, 29 de agosto de 2010.

Saí do Tahiti dia 25 as 7h da manhã, e depois de 5 horas de voo cheguei em Auckland na Nova Zelândia as 11 h... DO DIA 26 !!!!  Perdi 1  dia da minha vida !! Se me perguntarem o que eu fiz dia 25... esse dia nao existiu pra mim! Engraçado isso.
A Nova Zelândia é composta por duas ilhas: ilha norte e ilha sul. Eu vou viajar no sentido norte-sul . Auckland é uma cidade extremamente cosmopolita, só uns 30% dos habitantes são neo-zelandezes o resto é gente do mundo inteiro: muitos japoneses, chineses, europeus, indianos... apesar de a cidade nao ter uma identidade, eu achei muito bacana isso. É uma cidade muito desenvolvida e muito avançada no quesito turismo, principalmente no “turismo backpacker” (turismo mochileiro).
Auckland
perambulando em Aukland
Do alto da Sky Tower
Cara, os vários centros de informação turística distribuem gratuitamente guias de todas as cidades da Nova Zelândia ... além de mapas, tickets de ônibus, entradas de alguns lugares, folders de várias atividades turísticas que são o grande atrativo do país, como rafting, kayaking, skydiving(paraquedas), buggy jumping, e mais um monte de ing desses...
Outra coisa muito bacana é a estrutura dos albergues, eles são geralmente muito bem localizados; têm uma cozinha de uso comum muito bem equipada e regras de boa convivência que são respeitadas...têm armário pra guardar sua comida, geladeira onde todos colocam nome nas suas coisas...(achei legal a prateleira de “comida grátis” que as pessoas deixam pra uso comum). Tem lavanderia, internet, sala de televisão e área comum onde a galera se reúne pra trocar ideia...onde tem livros, filmes, vídeo game, jogos... aí junta nego um de cada país...legal... e tem uns que moram nos albergues, gente que vem pra cá pra trabalhar...é comum também o cara pagar a hospedagem trabalhando no albergue...      Cara, é uma parada muito organizada e que todos respeitam. Pelo menos foi assim nos albergues que fiquei até agora aqui na NZ : em Auckland, em Tauranga e em Rotorua.
No dia que cheguei em Auckland saí pra andar...fui na Sky Tower, a maior torre da NZ com 348m, agente tem visão de toda a cidade lá de cima, show de bola. Perambulei por todo o centro da cidade, abismado com a multiplicidade de fisionomias.
Outro dia tava na sala de estar vendo uns mapas e vi um camarada pesquisando igual a mim, puxei papo e ele disse que tava com carro alugado da empresa e tinha 5 dias pra rodar pela ilha norte...papo vai papo vem, ele me convidou pra air junto...em 2 minutos eu já tava com a mochila na costa, ..bora! O cara muito gente fina, canadense de Montreal, o Tom. ... Passamos no consulado da Austrália pra  pegar meu visto de trânsito(brasileiros que vão fazer conexão na Austrália precisam de visto) com esse visto posso passar 3 dias lá...nem tinha planejado.
Resolvido isso pegamos a estrada...percorremos o litoral leste(da ilha norte) passando por Coromandel e paramos pra dormir em Tauranga.
Cozinha do albergue em Tauranga

No outro dia seguimos pra Rotorua que é uma cidade que fede a ovo podre, eu explico: é cheiro de enxofre que vem dos geysers que soltam um vapor muito fedorento, que estão espalhados por toda parte. A cidade parece uma grande panela de pressão, com “pequenos vulcões” e vários pontos onde tem água fervendo brotando do chão que faz fumaça !!! exalando um forte cheiro de enxofre.
Vimos tambem um show de dança, e um museu da cultura Maori.
No outro dia estávamos a caminho de Taupo, e seguindo recomendações encostamos num local da estrada que tinha uma ponte que passava um riacho com água muito quente!! Oba piscina térmica natural de graça !!! ficamos mais de uma hora de molho, ainda mais que aqui tá fazendo um friozinho enjoado(10 – 14◦ C) , aí chegaram outros caras pra tomar banho...ficamos batendo papo e eles disseram que ia ter um jogo de Rugby no estádio da cidade...muda a direção...volta pra Rotorua... assistimos o Rugby!!! Muito louco! É muito parecido com futebol americano... não percebi diferença nenhuma.
Num parque em Rotorua

Os geysers de Rotorua
Rugby
No estadio internacional de Rugby de Rotorua

Mauruuru !

Papeete- Tahiti, 24 de agosto de 2010.


Atravessei de manhã num ferry boat, que é um show a parte. Imagina um navio enorme onde o primeiro andar é onde vão os veículos, o segundo é uma área enorme com restaurante e tal…o terceiro o terraço, o que me impressionou foi a velocidade…igual uma nave!

Fiquei perambulando o dia todo, pelo Mercado Central, pelas lojinhas… Eu ia em Teahupo’o um dos maiores poits de surf do mundo, onde está rolando um campeonato mundial, até encontrei uns cariocas no avião quando cheguei aqui semana passada que iam participar…, mas o cara do centro de informação turística disse que hoje não teve campeonato porque não tava dando onda bacana : (

Agora tô aqui no aeroporto, vou passar a noite por aqui…já conheço esse chão , é macio…

Amanhã vou pra Nova Zelândia, meu último destino na Oceania. Devo passar uns 15 dias por lá.

Mauruuru – na lingua local: Obrigado !

Obrigado Polinésia !
Ferry de Moorea para o Tahiti, igual uma nave. 

Mercado Central em Papeete-Tahiti - muitas cores

Óleo da flor Tiare, a flor típica da Polinésia

Mochilando em Papeete

É costume eles receberem as pessoas com esses colares de flores

Pulando pra outra ilha

Moorea – Polinésia Francesa , 23 de agosto de 2010.

Mesma coisa, cheguei aqui só eu perdido. Entre taxis, pernadas e caronas cheguei aqui numa pousada muito aconchegante na beira da praia também, na verdade aqui nessas illhas..desde Bora Bora so fiquei em beira de praia. Vocês devem estar pensando, mas não é uma ilha? Tudo é praia! Eu acho que em todas essas ilhas somente 20% somente são praias acessíveis.

Caiaque, snorkel, foto com os peixinhos coloridos, pôr-do-sol , cama.

Amanhã vou pro Tahiti.
Vista do quarto...deck onde eu ia assitir ao pôr-do-sol 

Como posso descrever uma cena dessas ??


Rolê de caiaque

Bora Bora pra Huahine !!!

Ilha de Huahine, 22 de Agosto de 2010.

Chegando em Huahine

Cheguei aqui e fui procurar hospedagem barata, perguntei para uns casais e todos já tinham fechado pacote e não sabiam de nada.

Aqui na Polinésia não se vê ninguém viajando sozinho, só casais jovens de lua de mel, casais mais coroas e famílias. Nesse tempo que passei por aqui só vi eu de mochileiro meio perdido.. depois do desembarque todo mundo entra nas suas vans e taxis onde tem seu nome escrito na plaquinha e um cara sorridente esperando, e eu fico perguntando pra um e pra outro alguma informação… mas no final sempre dá certo.

Aqui ninguém fala inglês, como é uma ilha menos movimentada turisticamente, só francês mesmo,  nem o pessoal da pousada que eu fiquei do outro lado da ilha…tive que me virar com o meu franceszinho meia boca. Saí pra dar uma volta de caiaque e dar uns mergulhos com snorkel.
O tiozão da pousada, eles usam muitos esses pareôs.
Lembra do Tiki que eu tatuei no meu braço? olha ele protejendo a casa.

Meu bangalô...enorme.



No outro dia arrumei uma carona(tô perdendo a vergonha de pedir carona), porque pra se locomover nessas ilhas ou você aluga um veículo(bike, scooter ou carro) ou pega um taxi muito caro, não tem ônibus! Então o negócio é ir pra beira da estrada e botar o dedão… Pois bem , cheguei na vila aluguei uma bike, mapa na mão… e fui conhecer o outro lado da ilha . Fui numa “fazenda de pérola”, interessante, eu já tinha visto na televisão, é um local onde eles criam as ostras para produzir pérolas…a mulher explica todo o processo: eles abrem a ostra, fazem uma incisão e colocam um negócio dentro dela, e como defesa ela produz a pérola em torno desse “agente agressor”. E depois de 1 ano e meio está formada a pérola!

Mais adiante fui num rio onde tem umas enguias enormes de mais de um metro que são muito dóceis pois os habitantes locais alimentam elas e as têm como sagradas e protetoras da ilha.

Passei num supermercado pra comprar um rango (passear no supermercado em outro país já é um passeio muito bacana!), inventei um sanduba novo: X-sardinha ao molho de tomate.

Eles adoram as flores


Amanhã vou pra Moorea.

No leite de coco

Bora Bora, 21 de agosto de 2010.


Hoje o dia amanheceu muito feio, chuva e vento frio, lá pela tarde resolvi desentocar, saí andando pela praia até que ouvi de longe um barulho e encostei pra ver. Era uma confraternização dos locais para comemorar a vitória em um festival chamado Heiva , que foi disputado entre as 5 comunidades da ilha. Era tipo uma seresta com teclado e voz, sentei pra olhar, só tinha nativo, muitos deles com roupa florida e usando um colar de flores, com a flor tipica da Polinésia a Tiare, tem um perfume muito gostoso que lembra o jasmim. Aí um camarada me ofereceu uma cerveja eu aceitei, depois me convidou pra sentar na mesa deles , uns 10 nativos..todos eles dançando e cantando na língua que eles falam entre eles que é o reo ma’ ohi . Depois uma senhora de uns 130 kg me chamou pra dançar, pra não fazer desfeita eu fui…era música tipo de seresta, fácil de dançar, só que eles tem um gingado diferente, mas acho que não fiz muito feio não… não riram muito de mim…eh eh eh depois essa senhora me ofereceu um rum do Tahiti feito de baunilha que também e típico deles…, eu tomei né… quando vi tava dançando no meio da galera, cantando e tudo…eita porra!

Ai rolou um tira gosto, mermão, peguei um pedaço... Pense numa comida pitiú !!!! (para os não-paraenses : pitiú = fedorenta) Cara , era um leite de coco fermentado com mais alguma coisa que eu não entendi que eles jogam no prato e um monte de coisa mergulhada nesse leite azedo. Fui provando um por um …tinha carne de porco meio crua, gordura de porco, peixe cru, mandioca e um bolinho feito de uma fruta tipica uru com mais sei la o que…ai pega um pedaco de grude, mela no leite de coco azedo e põe pra dentro. Quase que volta !! mermão … olha que eu sou metido a comer tudo ehehe , me fudi  fumei … E eles falavam come ! come! Eu não podia fazer desfeita nem careta ! e eles chupavam o dedo fazendo barulho, cara eu comi aquele grude fedorento na marra, mas comi! Minha mão ficou fedendo a noite toda. Daí eu já tava enturmado com os nativos, já tinha acabado a seresta, aí agente tava lá no barracão quando começou um batuque, a galera me falou que era show de dança típica num hotel do lado, eu fui lá. Saí entrando na moral, um hotel chiquérimo – Intercontinental Bora Bora – aí eu assisti a um show de dança muito bacana, com grupo de música…um tamborzão que o cara esmurrava com um cassetete e uns instrumentos de percussão bem diferentes.

Foi quase uma hora de show, eu viajei olhando aquelas danças, ouvindo aquelas músicas, sentindo o cheiro das flores da Polinésia que vinha dos colares das dançarinas,  num hotelzaço numa noite de lua cheia…foi uma noite inesquecível, mergulhei de cabeça na cultura polinésia de verdade. É diferente a imagem turística de um país, para os costumes dos nativos. Tenho certeza que não comeria aquilo em nenhum restaurante da ilha.

Fui dormir, com a alma engrandecida – e a mão fedorenta.

Amanhã vou pra ilha de Huahine.
No barracão

De dentro do barracão...

A tatuagem na Polinésia

Bora Bora- Polinésia Francesa , 21 de agosto de 2010.


As Tatuagens Maori Ta Moko, as de Samoa que nunca caíram em desuso e as Marquesas que são muito estudadas são as mais conhecidas das ilhas da Polinésia, ao contrário das tatuagens das ilhas da Sociedade, Austral, Tuamotu e Gambier.

Na Polinésia, cada região tem seus desenhos característicos, mas a arte da tatuagem atingiu seu maior refinamento nas ilhas Marquesas. Os homens tinham o corpo todo tatuado, inclusive a cabeca que era mantida raspada, e em partes sensíveis como as pálpebras e a língua.

A maior fonte de inspiracao é o Tiki que representa a divindade e o homem primitivo, inclusive na linguagem marquesa, tatuar é patu’i te tiki , literamente : se ferindo com o tiki. Além do que a palavra tattoo (tatuagem) vem de tatau que é originária da Polinésia.

Para os polinésios da antiguidade as tatuagens foram criadas pelos deuses e tinham um significado não só mitológico e estético como demonstravam a passagem da infância para a idade adulta. Nas ilhas Marquesas era tambem a identificação de um grupo e uma barreira de proteção contra as influências do mal.

Sabendo de toda essa história, eu conheci um tatuador aqui em Bora Bora que veio das ilhas Marquesas…tivemos uma conversa, algumas explicacoes e tal… e fiz minha primeira tatuagem, uma marquesa, inclusive com o Tiki para me proteger na longa jornada que ainda vou enfrentar pelo mundo…

O Tiki é essa "careta" na parte inferior

Olha o naipe do cara
Até mais.

La Polynésie Française

Ilha de Bora Bora – Polinésia Francesa´, 21 de Agosto de 2010.

Ia Orana !! (Saudação polinsia)


Agora é so desenrolar a língua do espanhol e enrolar pro outro lado, do francês. Cheguei na Polinésia Francesa esta semana, região no coração do oceano pacífico que compreende 120 ilhas divididas em 5 arquipélagos: Da Sociedade, Austral, Tuamotu, Gambiers e Marquesas.

O Arquipélago da Sociedade, o mais importante, é onde está o Tahiti e as outras ilhas que vou visitar: Bora Bora(onde estou agora), Huahine e Moorea. Na verdade o Tahiti que agente ouve falar é a ilha menos turística, ela é o centro, a capital administrativa, mas para o turismo mesmo, ela serve mais como uma porta de entrada para as outras ilhas, pelo que eu vi.

Então, a ilha de Bora Bora a mais famosa, conhecida como ‘ A Pérola dos Mares do Sul’ foi onde eu resolvi passar a maior parte do tempo na minha passagem pela Polinésia.

Cheguei a noite em Papeete (Tahiti) pra pegar outro voo pra cá na manhã seguinte, e como aqui É TUDO MUITO CARO !!! , dormi no aeroporto mesmo, junto com um brother argentino que tava na mesma situação que eu. O camarada ja tinha morado em Bora Bora e me deu todas as dicas. O meu voo era muito cedo… já pensou pagar o equivalente a 250 reais pra ficar num hotel de meia noite às 4:30 da manha !! O chão ficou bem macio nessa hora..eh eh eh
Pois bem se a Polinésia é cara, Bora Bora é mais cara ainda… da até tristeza em pensar nisso… mas quando eu chegar na Ásia tiro a forra.

Aqui tudo e colorido, os polinésios adoram flores, tudo é florido: as suas roupas, os típicos pareôs (eu chamava de canga de praia…), as cortinas das casas, lençóis, capas de banco dos carros, tudo mesmo é florido, nas ruas e nas casas eles plantam muitas flores, é uma atmosfera gostosa.
O que é tipico aqui também são as pérolas, eles têm fazendas de criação de pérolas, elas são expostas nas várias joalherias de diversas cores e formas.
A vista do quardo do hotel...nada mal né... ehehehe

A ilha é composta de de uma parte central de terra / montanha e uma parte de terra de forma circular por fora, formando uma lagoa no meio, como uma grande piscina natural de água cristalina e areia muito branca, de águas tranquilas.



Dei a volta inteira na ilha (32 Km) de bicicleta, rodei tudo, fiz também um mergulho com cilindro; aliás a Polinésia Francesa pela transparência da água, é um dos melhores pontos de mergulho do mundo. Não dá pra descrever o que  é mergulhar aqui, peixes muito coloridos, tubarões passando do nosso lado… outro dia eu tava fazendo snorkel, passou uma arraia…
O problema é que aqui não é lugar de mochileiro, e sim de turistas ricos, muito ricos.
Indo para o ponto de mergulho

A água tem uma transparência incrível !!!






Firmino, essa foto eu bati pra você, imagina andar de kite nessa lagoa!!


Os típicos pareôs

Eu não vou postar aqui muitas fotos, senão seriam umas 200!

Até mais,

Ilha de Páscoa -cont.


Outro dia eu saí de moto para o outro extremo da ilha, visitei o local onde era a ‘fábrica ‘ dos Moais, numa montanha ao lado de um vulcão onde vemos vários Moais em todas as etapas de sua ‘produção’, tem vários incompletos, ainda na rocha. Interessante é que eles esculpiam com uma pedra mais dura e na mão! E de lá carregavam pra toda a ilha, e não se sabe ao certo como eles carregavam essas estátuas que pesam toneladas por quilômetros, existem várias teorias, inclusive com ajuda extra-terrestre!!
Fui também na praia onde tem um Ahu (plataforma) que foi descoberta há 30 anos, onde as estátuas estavam enterradas e por isso bem conservadas.

Vulcão Ranu Kau
Por último visitei o vulcão Ranu Kau, que está inativo há milhões de anos.Também foi grande a emoção de entrar pela primeira vez na cratera de um vulcão de 1.600 m de diâmetro ! E ao lado do vulcão tem um local chamado Orongo , onde as tribos se reuniam uma vez por ano para uma competição. A prova mais importante era quem atravessava a nado até uma pequena ilha e conseguia pegar o primeiro ovo de uma ave sagrada que colocava seu ovo só nessa época do ano. Aquele que conseguisse era nomeado o chefe da tribo até o ano seguinte, e era chamado de o Homem Pássaro, tem até uns petroglifos exaltando essa figura.

Um brother Rapa Nui

Claro que eu trouxe uns pra colocar na sala de casa...

Galera do couchsurfing, uma da Alemanha, um de Belém, Itália, e o chileno Roberto que me hospedou.















IARANA – Em Rapa Nui  = Olá !


Ah! …do post anterior : Ovo de Páscoa…tava fácil essa .

E me despeço de Rapa Nui, amanhã vou pra Polinésia Francesa !!

IARANA !!!

Ilha de Páscoa, 19 de agosto de 2010.

  Os habitantes primitivos da Ilha de Páscoa(chamados Rapa Nui, termo que também é utilizado para denominar a ilha entre os locais), por serem de origem polinésia, não se consideram chilenos e  lutam para defender seus direitos. Lutam também pela posse das terras e para manter a cultura que foi herdada de seus ancestrais.
No primeiro dia saí de bicicleta para explorar a ilha que é bem pequena. Existem vários sítios arqueológicos espalhados por toda parte onde encontramos os Moais, que são as estátuas gigantescas de pedra, que representam os seus ancestrais, cada um tem uma peculiaridade.

Esse "chapéu" que alguns Moais usam representavam uma classe hierárquica superior...

Tem mais de mil deles espalhados por toda a ilha..


Estar diante desses Moais aquí na 'Isla de Pascua', vendo o oceano pacífico ao fundo, sentindo esse vento frio no rosto e ouvindo o silêncio da ilha que é quebrado só com o barulho das ondas batendo nas rochas…é uma coisa muito emocionante. E lembrando que aquí é o ponto mais isolado do mundo!!!

Umas japonesas que conheci por lá.
Os Rapa Nui tem uma língua própria que eles falam entre si e cantam em suas músicas que são muito agradáveis, se ouve por todo lado as músicas cantadas em Rapa Nui , nas lojinhas, mercados…
Fui numa noite em um show de dança típica. Muito doido !! umas danças tipo de guerra, com roupas típicas tipo de aborígene e o corpo pintado pra guerra.

Praia de Anakena
Contemplando o pacífico...
Que vista é essa bicho?


Depois tem mais... aonde eu estou a internet e caríssima !!
 
Bora ver quem entende essa foto... no próximo post eu digo: